<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5890420\x26blogName\x3dtorneiras+de+freud\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://torneirasdefreud.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://torneirasdefreud.blogspot.com/\x26vt\x3d6977037342804099436', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

6/03/2004

verdades provisórios e juízos metafísicos em automatismo verbal


o verão irrita-me.
em paris chove e eu não estou em paris.
o grau de riqueza de uma nação é directamente mensurável pelo grau de destruição infligido ao planeta.a portugal resta-nos a esperança de acabar com o bacalhau.
o verão, outra vez.faço este texto por poluição verbal.


viva os colorantes,corantes e glutamatos de sódio!não posso mais ouvir falar de healthy food,health club,healthy life style...
acabo de definir o meu estilo culinário ,facto que me tranquilizou por vários dias:nouvelle caotic cuisinne.

acabo de saber que tudo que mais preciso são definições,conceitos e teorias perfeitinhas e acabadas,nem que durem cinco minutos.ou sobretudo se durarem cinco minutos.
ontem decidi que passei a acreditar em et´s,cd`s e lp´s.e de decisão em decisão tropeço cada vez mais longe de mim.
preciso de um manifesto.de um achado.de um grito exacto.de uma despedida.do fim do verão , de uma dança .preciso de um poema que não me encontra.

eu tinha um pinguim , um peluche pinguim e passei a ter pesadelos com ele.no meu sonho ele chama-se mr.ilogic e diz : there´s no such thing as happiness,dear.debaixo do braço ele acarreta o oxford student`s dictionary e todas as folhas têm apenas a entrada « happiness».


p.s. há vestidos vermelhos a abandonarem corpos nas minhas pupilas.