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7/24/2004

alexandra leaving

 
é no escuro que me oriento , onde já não há horas e apenas um chão onde dançamos.tu :
é sem saber teu nome que te desejo e  perco.
podia contar-te uma história,mas faz tempo que esqueci os rostos de quem mais me amou .
não faz mal ,enquanto houver cidades  engendrarando encontros e horas em que se fala de abandono ou metafísica.
tudo que trocamos são verbos e olhos à procura de um lugar onde dormir.
deixei de querer  as terminologias das causas.
tudo que me importa está no transcurso da pele e por isso me afasto , não peças mais que o instante que agora te dou.
chegar é só o começo de todas as ilusões, e por isso eu tenho de seguir .se ficar resta-me isto e isto não nos chega,pois não?
não chega a pressa ou as manhãs, não chega um rosto que nos cegue ou um caminho sempre igual que nos levante.não chegam os meus olhos cavados de sonho ,a morrerem no teu peito quando já não houver nada,nem silêncio ,para trocarmos.

dança comigo, nu como não foste antes, e diz-me uma palavra que nunca esqueça.
depois eu parto e nunca mais te verei .